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sábado, 7 de janeiro de 2012

P A U S A S

  A vida é uma verdadeira obra de arte e como tal necessita de P A U S A S, para ser analisada e admiridada pelo seu principal artesão : V O C Ê!!! ... Pausas para rever o passado e extrarir dele lições que te engrandeçam; pausas para semear o presente e sentir que o seu trabalho está sendo bem esculpido, detalhado, caprichado; pausas para pensar e desejar o melhor sobre o futuro, pois tolo é o homem que diz a frase " eu vivo só o meu presente e o futuro a Deus pertence e o que tiver de ser , será". E esquece de planejar... ( Me lembra a fábula da cigarra e a formiga)...
Hoje estou precisando dessa pausa, e uma pausa por um tempo indeterminado, mas antes te convido para tomar uma dose diária de amor comigo. Aceitas uma xícara?
Sentirei saudades. Mas dias melhores virão, certamente.
Até um próximo encontro, ate uma próxima dose.
Fiquem com Deus!!!
Mychele Magalhães Velloso
 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tudo valeu a pena


"Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinha, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem me faz perceber que tudo valeu a pena..."

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Natal


‎''O Natal está chegando.
Todo mundo fica agitado, é preciso comprar presentes no cartão de crédito, fazer dívidas a serem pagas no outro ano, preparar comilanças... Mas, afinal de contas, por que tanto agito? 
Eu acho que a maioria se agita sem saber porque. E, se soubessem, não se agitariam... 
Pois eu vou dizer o que penso do por que do Natal. 
O Natal é o dia em que se para tudo a fim de se contar e a fim de se ouvir uma estória, a mais bela e a mais simples jamais contada. Todo esse agito por causa de uma estória? É. 
 A estória do Natal é uma estória do mundo dos mágicos, dos bruxos, das fadas, das varinhas de condão, dos encantamentos. As estórias têm poderes mágicos. Vocês já notaram que, quando a gente ouve uma estória que nos comove, ela entra dentro da gente, faz a gente rir, faz a gente chorar, faz a gente amar, faz a gente ficar com raiva? As estórias dos mundos dos mágicos saltam das páginas dos livros onde estão escritas, entram dentro da gente e se alojam no coração. Quando isso acontece a estória fica viva, toma conta do nosso corpo e da nossa alma, e nós passamos a ser parte dela. 
Pois a estória do Natal faz isso com a gente. Quando vai chegando o Natal eu fico com saudade das músicas antigas de Natal (tem de ser das antigas; as modernas não servem) e começo a folhear meus livros de arte, onde estão as pinturas do presépio. 
É muito simples: um menininho que nasceu em meio aos bois, vacas, ovelhas, cavalos, jumentos... Era menininho pobre. Mas diz a estória que quando ele nasceu aconteceu uma mágica com o mundo: tudo ficou diferente: as árvores se cobriram de vaga-lumes, as estrelas brilharam com um brilho mais forte, e até uns reis deixaram os seus palácios e foram ver o nenezinho. 
A visão do menininho os transformou: eles largaram suas coroas, jóias e mantos de veludo junto com os bichos, na estrebaria. Quem vê o menininho fica curado de perturbação. 
Perturbados são os adultos que, ao falar sobre Deus, imaginam um ser muito grande, muito poderoso, muito terrível, ameaçador, sempre a vigiar o que fazemos para castigar. 
Pois o Natal diz que isso é mentira. Porque Deus é uma criancinha. Ele está muito mais próximo de vocês do que dos adultos. E foi essa mesma criancinha que, depois de crescida, disse que para estar com Deus bastava voltar a ser criança. 
Se os adultos, antes de comprar presentes e preparar ceias, se lembrassem da estória, eles ficariam curados da sua doidice. Na noite do Natal que se aproxima, antes de abrir os presentes, antes de começar a comedoria, peça ao seu pai ou à sua mãe: “Por favor, conte a estória do menininho...''
Rubem Alves

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


‎"Apaixone-se definitivamente pelo SEU sonho
(o sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu).

Apaixone-se por sua família
(mesmo que ela não seja do jeito que você planejou, ainda assim, ela é a sua família).

Apaixone-se pelo SEU talento
(mesmo que seu lado crítico insista para você escolher realizar outras coisas, mais "convenientes").

Apaixone-se mais pela viagem do que pela chegada a seu destino
(a primeira é garantida.).

Apaixone-se pelo SEU corpo
(mesmo que ele esteja fora de forma, pois de "qualquer forma" ele é a única casa que você realmente possui).

Apaixone-se pelas suas memórias mais deliciosas
(ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor).

Apaixone-se por aquelas besteiras saudáveis que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse (elas ajudam a sobreviver!).

Apaixone-se pelas pessoas que estão ao seu lado na caminhada do dia-a-dia (a pessoa certa é aquela que está definitivamente do seu lado).

Apaixone-se pelo sol
(ele é fiel, gratuito, absolutamente disponível e dá prazer).

Apaixone-se por alguém
(não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança).

Apaixone-se pelo SEU projeto de vida
(acredite, a vida é só sua!).

Apaixone-se pela dança da vida, que está sempre em movimento dentro da gente, mas que, por defesas nós teimamos em aprisionar.

Apaixone-se mais pelo significado das coisas que você conquistar do que pelo seu valor material.

Apaixone-se por SUAS idéias
(mesmo que tenham dito que elas não serviam pra nada).

Apaixone-se por SEUS pontos fortes
(mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro).

Apaixone-se pela idéia de ser verdadeiramente feliz
(felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores).

Apaixone-se pela música que você pode ser para alguém...
Apaixone-se por SER HUMANO!
Apaixone-se definitivamente por VOCÊ!

APAIXONE-SE RÁPIDO! O PODER DE DECISÃO SÓ PERTENCE A VOCÊ!"

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Falhas. Agradeça as suas...


"Pessoas perfeitas são como Viena, uma cidade linda, limpa, onde tudo funciona e você quase morre de tédio. Pessoas, como cidades, não precisam ser excessivamente bonitas.
É fundamental que tenham sinais de expressão no rosto, um nariz com personalidade, um vinco na testa que as caracterize. Pessoas, como cidades, precisam ser limpas, mas, não ao ponto de não possuírem máculas.
É preciso suar na hora do cansaço, é preciso ter um cheiro próprio, uma camiseta velha para dormir, um jeans quase transparente de tanto que foi usado, um batom que escapou dos lábios depois de um beijo, um rímel que borrou um pouquinho quando você chorou.
Pessoas, como cidades, têm que funcionar, mas não podem ser previsíveis.
De vez em quando, sem abusar muito da licença, devem ser insensatas, ligeiramente passionais, demonstrar um certo desatino, ir contra alguns prognósticos, cometer erros de julgamento e pedir desculpas depois, pedir desculpas sempre, para poder ter crédito e errar outra vez.
Pessoas, como cidades, devem dar vontade de visitar, devem satisfazer nossa necessidade de viver momentos sublimes, devem ser calorosas, ser generosas e abrir suas portas, devem nos fazer querer voltar, porém não devem nos deixar 100% seguros, nunca. Uma pequena dose de apreensão e cuidado devem provocar.
Nunca deve-se deixar os outros esquecerem que pessoas, assim como cidades, têm rachaduras internas, portanto podem surpreender.
Falhas. Agradeça as suas, que é o que humaniza você, e nos fascina."
Martha Medeiros

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Porque sim!

Porque sim!

Você tem uma razão muito forte para, neste final de ano, reatar com aquela amiga a quem magoou, para passar o dia inteiro deitado na cama pensando na vida, para interromper a dieta e cair de boca no seu doce preferido. A razão inquestionável e inatacável é: porque sim.
Você passou o ano inteiro fazendo coisas porque não. Você foi a festas barulhentas e lotadas porque não queria ficar em casa sozinha. Você gastou mais dinheiro do que podia porque não contava que iria ficar sem emprego. Você se frustrou porque não conseguiu a bolsa de estudos na Inglaterra. Você foi ignorada pelo carinha que estava a fim porque não ouviram suas preces. Ainda assim, você passou o ano sorridente e bem-humorada, porque não esperavam outra coisa de você.
Agora chegou a época do ano em que você não precisa mais se preocupar em dar explicação. Por que? Porque sim. Acabei de determinar que o final do ano é o momento ideal para expurgar as culpas e para fazer tudo o que lhe passar pela cabeça, sem se importar se é politicamente correto ou incorreto, se vai dar certo ou não. É a hora de ouvir os seus instintos e atender às suas vontades, hora de se permitir uma certa irresponsabilidade, tomar atitudes desamparada pela razão. Por que? Você sabe porquê.
Vou comprar um vestido vermelho, porque sempre quis ter um. Vou alugar uma moto por um dia, porque nunca tive uma moto. Vou ligar para o Gustavo e dizer que fui apaixonada por ele, porque ele nunca soube disso. Vou ler toda a obra de Shakespeare, porque me deu na telha. Vou pegar um ônibus e só descer na última parada, porque me deu vontade. Vou comprar o disco de uma banda que nunca ouvi falar, sem escutar na loja. Porque sim.
Um exercício de desprendimento: desatar os nós que enlaçam atos e motivos. Fazer as coisas por impulso. Por que? Porque às vezes é bom a gente mostrar pra si mesmo quem é que manda aqui.

Martha Medeiros




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Despedida


DESPEDIDA


Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Seus sonhos irão brotar novamente


Quando um amor surge, traz com ele uma alegria que te renova a alma e um pacto é feito quando se decide entregar o coração a alguém, então sonhos, planos, desejos, começam a brotar dentro do seu peito, e é tão forte, tão forte que você chega a pensar que será para sempre.
Um dia, do nada, aquele ser amado, resolve sepultar o amor que você o dedicou sob uma lápide chamada indiferença. O sorriso transforma-se em lágrimas, os sonhos agora são pesadelos, a esperança é uma dor que só quem sente consegue ter dimensão do estrago feitodentro do seu ser, mas não consegue definir, pois algumas dores não se definem, apenas se suportam.
O pacto desfeito.
O rombo no peito.
E para aguentar a ausência daquela voz que você tanto amou, só mergulhando no seu próprio silêncio.
E quem ganha ou quem perde quando os espíritos se distanciam, só o tempo é quem dirá.
Então aguenta a dor mocinha. Por mais forte que ela seja. Aguenta. Pois você é mais forte do que ela. E em breve, seus sonhos irão brotar novamente dentro do seu peito, cicatrizado ou não.

Mychele Magalhães Velloso

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

E esquecer não é tão fácil como acreditar


Crio situações, crio diálogos, faço planos, sorrio, me finjo de otimista, mas tenho medo de que não seja como eu pensei, como diz a música “se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer”, e esquecer não é tão fácil como acreditar.


Ana Luísa Kelm

domingo, 11 de dezembro de 2011

Domine, non sum dignus



Se alguém nos mostrasse amor, devíamos reconhecer que não somos dignos dele. Nenhuma pessoa é digna de ser amada. O facto de Deus amar o homem mostra que, na divina ordem das coisas ideais, está escrito que o amor eterno deve ser concedido ao que é eternamente indigno. Ou, se essa frase te parece demasiado dura, digamos que todas as pessoas são dignas do amor, excepto as que pensam que o são. O amor é um sacramento que devia ser tomado de joelhos, e nos lábios e nos corações daqueles que o recebem devia estar «Domine, non sum dignus» [Senhor, não sou digno].
Oscar Wilde, in De Profundis

Somos bons porque somos amados


Não somos amados por sermos bons. Somos bons porque somos amados.
Desmond Tutu

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.
Sócrates

Uma questão de coração


“A coragem nunca foi questão de músculos. Ela é uma questão de coração. O músculo mais duro treme diante de um medo imaginário. Foi o coração que pôs o músculo a tremer.”
Gandhi

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Liberdade de Espírito

As coisas mais fantásticas da vida começam sempre na liberdade,
e terminam sempre na liberdade,
'A de espírito'. A melhor de todas.

Sempre há de amar errado

"Se o homem soubesse amar não elevaria a voz nunca, jamais discutiria, jamais faria sofrer. Mas ele ainda não aprendeu nada. Dir-se-ia que cada amor é o primeiro e que os amorosos dos nossos dias são tão ingênuos, inexperientes, ineptos, como Adão e Eva. Ninguém, absolutamente, sabe amar. D. Juan havia de ser tão cândido como um namoradinho de subúrbio. Amigos, o amor é um eterno recomeçar. Cada novo amor é como se fosse o primeiro e o último. E é por isso que o homem há de sofrer sempre até o fim do mundo - porque sempre há de amar errado."
Nelson Rodrigues

Aquilo que seu coração deseja

 Quando você pede a uma Estrela, não importa onde esteja, aquilo que seu coração deseja, virá para você...
Walt Disney

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Entre você e Deus

Dê ao mundo o melhor de você. Mas isso pode não ser o bastante para as pessoas. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja que, no final das contas, sempre foi entre você e Deus. E nunca entre você e os outros.’
Madre Tereza de Calcutá

Inspiração

domingo, 4 de dezembro de 2011

Desejos do Amor

O amor não tem outro desejo senão
o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amar é precisar ter desejos,
sejam estes os vossos desejos:
De se diluir no amor e ser como um riacho
que canta a sua melodia para a noite...
De conhecer a dor de sentir ternura de mais...
De se ferir por vossa própria compreensão do amor...
De sangrar de bom grado e com alegria...
De despertar na aurora com o coração alado
e agradecer por um novo dia de amor...
De descansar ao meio-dia
e meditar sobre o êxtase do amor...
De tornar à casa de noite, com gratidão...
E de adormecer com uma prece no coração,
para o ser bem amado,
e nos lábios uma canção de bem aventurança...
Gibran

sábado, 3 de dezembro de 2011

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